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"Aldeia!" Esse é o grito Pitaguary comemorando seu reconhecimento étnico

As quatro aldeias Pitaguary e amigos da etnia dançaram o toré na manhã do dia 19 de abril. Foram dois eventos simultâneos, um napitaguary aldeia do Santo Antônio, em Maracanaú, e outro na aldeia da Monguba, em Pacatuba.

No Santo Antônio, a comunidade local e indíos das aldeias Horto, Olho D’água e Monguba, dançaram o toré puxado pelo Cacique Daniel. Ali, participaram os adolescentes e jovens índios integrantes do Projeto Juventude Indígena Realizando Sonhos do MSMC, acompanhados da Natália Martins, coordenadora do projeto, do padre Rino Bonvini, presidente do MSMC e de Elizeu de Sousa, coordenador de Comunicação do MSMC.

Os estudantes do Programa Jovem Aprendiz também foram vivenciar o toré Pitaguary, acompanhados de Sirliane Teófilo e Nádia Franco, respectivamente, articuladora e coordenadora dos programas profissionalizantes do MSMC. A formação transdisciplinar do MSMC contempla o convívio com as diferenças étnicas e a relação de amorosidade com a “mãe” terra, que estimula os jovens a elaborarem e partilharem valores ecológicos e humanitários.

Monguba: comemoração pela conquista de mais uma área para o território indígena

As atividades na Monguba foram coordenadas pelo Pajé Barbosa durante todo o dia do Índio, recebendo estudantes de escolas do município e compartilhando com a comunidade a conquista de uma gleba no sopé da Serra Pitaguary, agora é incorporada formalmente ao território indígena.

Neto Witko Pitaguary, estudante do Projeto Juventude Indígena Realizando Sonhos, destacou que o toré dançado no sopé da Serra Pitaguary, do lado de Pacatuba, próximo ao Km 15 da CE 060, e à via férrea, representa a confirmação definitiva da conquista da área antes ocupada por uma pedreira. Ali, já está previsto um reordenamento urbano que potencializa a preservação do meio ambiente natural, conforme informou Rosa Pitaguary.

De acordo com Natália Martins, coordenadora de Articulação Indígena do MSMC, a Funai (Fundação Nacional do Índio) e a Secretaria Estadual do Meio Ambiente (Semace) já asseguraram que a gleba, antes ameaçada pela reativação de uma pedreira, agora será incorporada formalmente à terra indígena Pitaguary.

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