O MSMCBJ, seguindo com a sua missão de valorizar a vida e promoção do desenvolvimento humano, realiza o Projeto Minotauro, uma das extensões da Biodança. As inscrições estão abertas e podem ser feitas na Casa de Aprendizagem na Rua Dr. Fernando Augusto, 609, no horário de 08h às 12h e 14h às 16h ou pelo telefone 3497.0892.
“Este projeto é o aspecto mais terapêutico da Biodança e oportuniza ao participante entrar em contato com os seus medos. Num ambiente cuidadoso e com acompanhamento integral, os participantes desse projeto podem integrar a enorme energia que envolve a criação e manutenção dos medos, que em tantas situações paralisam o viver pleno das pessoas” explica um dos organizadores, o Doutor em educação e facilitador de Biodança, Tancredo Lobo.
Ainda segundo ele, esse projeto destina-se a pessoas que estejam dispostas a investir no próprio desenvolvimento pessoal; que se disponibilizem a ajudar no desenvolvimento do outro e do grupo; participam ou tenham participado de grupo regular de Biodança; e que assumam o compromisso de não faltar às atividades propostas para se garantir o sucesso dessa jornada.
O projeto acontece em oito meses, com quatro encontros bimestrais em regime de imersão, realizados na Taíba, de sexta-feira a domingo. Cada participante deverá fazer um investimento de oito parcelas de R$ 140,00 para custeio de alimentação, estadia, material didático e pagamento dos facilitadores.
O que é o projeto Minotauro?
O Projeto Minotauro parte de uma reflexão existencial sobre quatro fronteiras:
a) Medos de viver; de caminhar com plenitude pela vida; de ser todo seu potencial. Aqui são propostas danças de coragem, determinação e reconhecimento do ímpeto vital.
b) Medos da fronteira da expressão; da imaginação e manifestação pública. Ao dançar a coragem de se expressar livremente o participante faz reconhecer em si o seu potencial criativo.
c) Medos de amar; de vincular-se e entrar em relacionamentos saudáveis. Ao dançar a coragem de amar, o participante entra em contato com a entrega, o movimento de dar e receber afetos.
d) Medos da fronteira do primordial; receios do desconhecido, o transpessoal, a fusão com a totalidade, a morte. Aqui as danças propiciam a vivência de transcendência e a experiência de fazer parte com tudo que há, com o sagrado, o absoluto.
Facilitadores:
- Tancredo Lobo: Doutor em educação e facilitador de Biodança
- Clevandira Mota: Socióloga e facilitadora de Biodança
- Reni Dino: Especialista em Terapia Familiar e facilitador de Biodança
Informações e inscrições:
- Reni Dino (85) 8818.35.57
- Clevandira Mota (85) 8743.16.34
- Tancredo Lobo (85) 9992.46.36
- Na Sede do MSMCBJ (85) 3497.08.92
